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DIÁRIOS
DA PARMALAT
Excelente
reportagem, foi ao fundo do poço. Espero que a DINHEIRO continue
a investigar outras múltis que dominam setores como café
solúvel, pneus, suco de laranja, soja, telecom, medicamentos.
Entreviste os pequenos produtores para saber das práticas.
Vá à Ilha de Man, Jersey, Trinidad Tobago, Bonaire,
etc., saber para onde vão os bilhões do Brasil. DINHEIRO
pode se transformar no Le Monde, Financial Times ou
Washington Post do Brasil.
Jack Soifer
jack@solar.com.br
Brasília DF
Este
tipo de gente foi trazido ao Brasil pelo neoliberalismo cretino
de Fernando Henrique Cardoso. TIM, Parmalat, portugueses, ingleses,
australianos e outros foram atraídos pelos negocinhos de
ocasião oferecidos por ele. Havia a cantilena de que os empresários
privados eram muito melhores que os trabalhadores das estatais,
lembram? Pois é, aí estão os ditos empresários,
postos a nu.
Antonio Barbosa
barbosa@onda.com.br
Curitiba PR
Enquanto
os bancos financiam milhões de dólares às empresas
de fora, as pequenas e microempresas brasileiras que geram milhões
de empregos pedem esmolas. Devemos dar valor ao que produzimos.
Carlos Afonso Santana
navarrinho@terra.com.br
Guarapari ES
O que
aconteceu é o reflexo da total incompetência administrativa
do grupo. E pensar que o atual governo cogitou emprestar mais dinheiro
a eles. Até quando os milhões de miseráveis
brasileiros, que fazem parte de algum programa de distribuição
de leite porque não podem comprar, vão ter de pagar
a conta de grupos riquíssimos que vêm ao Brasil para
engrossar ainda mais a fileira dos mal-intencionados?
Tania Santos
tcasantos@ig.com.br
São José do Rio Preto SP
ONDE
MORA O PROGRESSO
Parabéns
pela reportagem sobre Uberaba. Tive o prazer de entre 1992 e 1996
estudar em Uberaba, onde cursei Ciências Econômicas
e pude conviver com o dinamismo e perseverança dos uberabenses.
A ABCZ é um exemplo de seriedade e competência.
Álvaro Guimarães
alvaro-guimaraes@bol.com.br
Brasília DF
ENTREVISTA
O que
o sr. Fábio Barbosa fala é totalmente coerente e realista.
Os bancos exercem uma atividade como qualquer outra na economia,
com a diferença de agregar valores à sociedade quando
financia um projeto, uma casa própria, etc... Se as condições
do mercado são favoráveis a eles, de quem é
a culpa? Dos bancos ou do próprio governo? Acredito nas palavras
do sr. Fábio, de que nenhuma empresa é saudável
numa sociedade que também não o é.
Camilo Sidou
sidou@horizon.com.br
Manaus AM
A
entrevista com o sr. Fábio Barbosa, do ABN Real, é
muito centrada e denota convergência com as diretrizes governamentais,
que focam suas ações em atingir as metas com o FMI
nutrindo um processo recessivo com altas taxas de desemprego. O
ambiente é favorável à indústria financeira,
que é o único segmento que se beneficia com as altas
taxas de juros. Enquanto isso, todos os outros segmentos da economia
agonizam por falta de uma política que gere emprego, renda
e crescimento.
Albert Schultz Rosemberg
albersch@msn.com
Porto Alegre RS
PENÚRIA
NAS FORÇAS ARMADAS
Lamentável
que o sustento de nossas instituições tenha chegado
a este ponto. Será que algo será feito para corrigir
o que estamos vendo? Que vergonha, o que a ignorância e o
despreparo podem provocar.
José Carlos C. Pinto
cosmepinto@ig.com.br
Rio de Janeiro RJ
BRASÓXIDOS
X VOTORANTIM
Tomara
que o País tenha mudado para que essa ação
tenha sucesso. Esse pessoal quebrou meu pai, que produzia cal hidratada
em Uberlân-
dia, na época da construção de Brasília.
Na ocasião as cimenteiras condicionaram a venda de cimento
(produto excasso) à aquisição de cal hidratada
produzida por eles. Meu pai não teve a quem reclamar e quebrou,
mesmo tendo excelente produto com bom preço.
Antônio Luiz Pegorer
pegorer@uol.com.br
Rio de Janeiro RJ
CORREÇÃO
No quadro das páginas 64 e 65 da edição 349,
as medidas corretas das telas das tevês são: de 13
a 36 polegadas (convencional), de 32 a 63 polegadas (plasma) e de
13 a 46 polegadas (cristal líquido).
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