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CARTAS Quarta-feira, 19 de maio de 2004

DIÁRIOS DA PARMALAT

Excelente reportagem, foi ao fundo do poço. Espero que a DINHEIRO continue a investigar outras múltis que dominam setores como café solúvel, pneus, suco de laranja, soja, telecom, medicamentos. Entreviste os pequenos produtores para saber das práticas. Vá à Ilha de Man, Jersey, Trinidad Tobago, Bonaire, etc., saber para onde vão os bilhões do Brasil. DINHEIRO pode se transformar no Le Monde, Financial Times ou Washington Post do Brasil.
Jack Soifer
jack@solar.com.br
Brasília – DF

Este tipo de gente foi trazido ao Brasil pelo neoliberalismo cretino de Fernando Henrique Cardoso. TIM, Parmalat, portugueses, ingleses, australianos e outros foram atraídos pelos negocinhos de ocasião oferecidos por ele. Havia a cantilena de que os “empresários” privados eram muito melhores que os trabalhadores das estatais, lembram? Pois é, aí estão os ditos empresários, postos a nu.
Antonio Barbosa
barbosa@onda.com.br
Curitiba – PR

Enquanto os bancos financiam milhões de dólares às empresas de fora, as pequenas e microempresas brasileiras que geram milhões de empregos pedem esmolas. Devemos dar valor ao que produzimos.
Carlos Afonso Santana
navarrinho@terra.com.br
Guarapari – ES

O que aconteceu é o reflexo da total incompetência administrativa do grupo. E pensar que o atual governo cogitou emprestar mais dinheiro a eles. Até quando os milhões de miseráveis brasileiros, que fazem parte de algum programa de distribuição de leite porque não podem comprar, vão ter de pagar a conta de grupos riquíssimos que vêm ao Brasil para engrossar ainda mais a fileira dos mal-intencionados?
Tania Santos
tcasantos@ig.com.br
São José do Rio Preto – SP

ONDE MORA O PROGRESSO

Parabéns pela reportagem sobre Uberaba. Tive o prazer de entre 1992 e 1996 estudar em Uberaba, onde cursei Ciências Econômicas e pude conviver com o dinamismo e perseverança dos uberabenses. A ABCZ é um exemplo de seriedade e competência.
Álvaro Guimarães
alvaro-guimaraes@bol.com.br
Brasília – DF

ENTREVISTA

O que o sr. Fábio Barbosa fala é totalmente coerente e realista. Os bancos exercem uma atividade como qualquer outra na economia, com a diferença de agregar valores à sociedade quando financia um projeto, uma casa própria, etc... Se as condições do mercado são favoráveis a eles, de quem é a culpa? Dos bancos ou do próprio governo? Acredito nas palavras do sr. Fábio, de que nenhuma empresa é saudável numa sociedade que também não o é.
Camilo Sidou
sidou@horizon.com.br
Manaus – AM

A entrevista com o sr. Fábio Barbosa, do ABN Real, é muito centrada e denota convergência com as diretrizes governamentais, que focam suas ações em atingir as metas com o FMI nutrindo um processo recessivo com altas taxas de desemprego. O ambiente é favorável à indústria financeira, que é o único segmento que se beneficia com as altas taxas de juros. Enquanto isso, todos os outros segmentos da economia agonizam por falta de uma política que gere emprego, renda e crescimento.
Albert Schultz Rosemberg
albersch@msn.com
Porto Alegre – RS

PENÚRIA NAS FORÇAS ARMADAS

Lamentável que o sustento de nossas instituições tenha chegado a este ponto. Será que algo será feito para corrigir o que estamos vendo? Que vergonha, o que a ignorância e o despreparo podem provocar.
José Carlos C. Pinto
cosmepinto@ig.com.br
Rio de Janeiro – RJ

BRASÓXIDOS X VOTORANTIM

Tomara que o País tenha mudado para que essa ação tenha sucesso. Esse pessoal quebrou meu pai, que produzia cal hidratada em Uberlân-
dia, na época da construção de Brasília. Na ocasião as cimenteiras condicionaram a venda de cimento (produto excasso) à aquisição de cal hidratada produzida por eles. Meu pai não teve a quem reclamar e quebrou, mesmo tendo excelente produto com bom preço.
Antônio Luiz Pegorer
pegorer@uol.com.br
Rio de Janeiro – RJ

CORREÇÃO
No quadro das páginas 64 e 65 da edição 349, as medidas corretas das telas das tevês são: de 13 a 36 polegadas (convencional), de 32 a 63 polegadas (plasma) e de 13 a 46 polegadas (cristal líquido).

Cartas para esta seção, com endereço, RG e telefone, devem ser remetidas para: Diretor de Redação, DINHEIRO, Rua William Speers, 1.088, Lapa, São Paulo, CEP 05067-900. Fax: (0xx11) 3618-4252. E-mail: dinheiro@zaz.com.br As cartas poderão ser editadas em razão de seu tamanho ou incompreensão.
 
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