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MOEDA FORTE EFEITO FUSÃO A variação das cotações das ações das companhias aéreas brasileiras mostram o humor do investidor diante da anunciada união operacional entre Transbrasil e TAM. Os papéis preferenciais da Transbrasil, que haviam disparado em abril, batendo em 75%, refluíram para uma queda de mais de 20% até dia 10 de maio. As ações da Varig, que ficou fora do negócio, perderam 35% em abril e outros 3% em maio. Estranhamente, os títulos da TAM caíram 25% em abril e até dia 10 não tiveram variação.
VELHA ECONOMIA Richard Grasso, presidente da Bolsa de Valores de Nova York, visita o Brasil nos dias 14 e 15 de junho. Vem mostrar aos investidores que a NYSE continua firme e forte e que a febre de ações de empresas de tecnologia é passageira.
O RETORNO Armando Peralta, que vendeu sua rede de supermercados Peralta ao Pão de Açúcar no ano passado, está de volta ao varejo. Acaba de comprar a rede Batajão, com sede em Americana e 23 lojas espalhadas pelo interior de São Paulo. A empresa, com faturamento anual na casa dos R$ 200 milhões, inaugura uma nova unidade em Campinas no próximo mês, já com o novo nome: Paulistão. MÃOZINHA Os equipamentos de telecomunicações vêm dando uma mão para aliviar o peso dos eletroeletrônicos na balança comercial. De janeiro a março, as exportações de equipamentos de telecomunicações cresceram 471% sobre 1999, segundo dados da Abinee. As importações, no mesmo período, caíram 28,5%. Apesar do empurrão, o setor acumula saldo negativo de US$ 1,4 bilhão no trimestre.
IMPORTAÇÃO NA BASE Roberto Giannetti da Fonseca, secretário da Câmara de Comércio Exterior, ouviu dias atrás de José Augusto Marques, presidente da associação dos fabricantes de equipamentos pesados, que as metas de exportação do setor para este ano são ambiciosas. As vendas do País devem saltar de US$ 6,8 bilhões em 99 para US$ 8,1 bilhões. Segundo ele, as importações devem cair: de US$ 13,9 bilhões para US$ 13,4 bilhões. O saldo da balança, porém, deve ser negativo em US$ 5 bilhões. RECEITA EXTRA O governo quer tirar uma lasca dos negócios das infovias. O Ministério dos Transportes prepara um edital alterando a forma de exploração da lateral das rodovias, transferindo parte das receitas das novas concessões para os cofres públicos. Realiza em alguns meses, também, nova rodada de privatização, abrangendo mais de 2.600 quilômetros. A novidade deverá garantir, sem qualquer esforço ou investimento, R$ 130 milhões de ganhos em 2000, podendo chegar perto de R$ 250 milhões anuais em poucos anos. |
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